Geração SWAG

Já não interessa se estás ou não nas redes sociais, o que importa é se tens SWAG, se o que usas te permite reforçar o teu SWAG, tornar-te reconhecido pelo teu SWAG. Sim ter SWAG é que importa. Se não o tens, estás perdido.

Vamos lá falar sobre a geração SWAG. Esta geração não quer ter idade, quer ter estilo, quer afirmar-se como distinta de todas as outras. Esta geração não tem paciência para esperar, é irrequieta e facilmente se aborrece.

Facebook já era, Snapchat é o que está a dar, mas só por mais uns dias, pois o Twitter parece ser engraçado e depois vai aparecer outra rede qualquer que faça elevar ainda mais o seu SWAG.

Não existe um estereótipo pré-definido onde se enquadre a geração SWAG, pois a multiculturalidade e a diversidade são a tónica deste movimento onde o ser está acima do ter. Não são só as marcas que elevam o SWAG, mas sim a forma como são dispostas, usadas, consumidas. A aspiração de experimentar novas sensações atinge um novo patamar e uma excelência que necessita estar baseada na criatividade e superação através da simplicidade e do básico. O que importa é ser!

Importa ser, porque isso eleva a auto-estima e faz ter mais SWAG. A palavra que melhor define a geração SWAG é ESTILO.

Quem se quiser apropriar da cultura SWAG vai ser visto de soslaio, pois SWAG não é possível de ser apropriado, ou se tem ou não se tem. O melhor a fazer é criar o seu estilo, viver bem consigo e demarcar-se dos outros ao redor, naturalmente isso fará ter SWAG e ser reconhecido com uma imagem com SWAG.

As marcas têm propriedades e valores, as marcas procuram ter SWAG, mas no caso nunca o têm. No máximo as marcas conseguem ajudar a melhorar o SWAG, porque são reconhecidas com uma imagem de valor acrescentado para quem as consome, mas mesmo assim não lhes permite obter a aceitação de todos e ser reconhecida como marca com SWAG.

Esta geração tem uma relação de amor-ódio com as marcas, procura que elas se tornem mais práticas e sejam utilitárias para os seus fins. Não gostam de auto-promover as marcas que consomem, mas reconhecem que existem marcas que sem as quais não conseguem viver ou suportar os seus statements de estilo, mas essas marcas necessitam de se demarcar e optar por definir uma linha estratégica de comunicação que não pode andar ao sabor de modas passageiras. Precisam sim de definir os seus valores e segui-los cegamente, para não se descaracterizarem e manterem uma personalidade clara, coerente e verdadeira.

Este artigo foi escrito e publicado para o Liga-te à Media: http://www.ligateamedia.pt/ArticleItem.aspx?tabid=2425&langid=pt&path=LigateaMedia/Artigos/Opiniao/&modid=55480&itemid=4904#sthash.zCe2YWOe.dpuf

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